03 dezembro, 2010

Restauração da Independência

1 de Dezembro. Associação à liberdade, talvez seja. Eu diria que não, que esse dia não chegou, não para todos. A volta no tempo, essas viagens incontroláveis por nós, existem. Estão lá, de certa forma, e não há tratamento. Satanás.
Todos querem poder escolher, ser independentes, voar, fugir, berrar, saltar, ser livre! (se isso realmente existir), não sei.
Mas, hoje, decidi por mim mesmo. Quis comemorar à minha maneira, noutro contexto. Espero conseguir, sou livre de o pensar, teoricamente.
(...)
Passou-se tudo, e cheguei à conclusão de que se há liberdade, independência, ou o que quer que seja, então é devido às nossas acções, somos nós quem escolhe, somos capazes! Sim!
Sozinhos, conseguimos, mas com mais alguém é ainda mais fácil. Neste dia, sim, hoje, realmente percebi que esta comemoração acompanha todos os simples dias, de tantas formas, ao nosso gosto. Não somos livres de uma forma? Tentaremos de outra. Não há outra opção? Ajuda precisa-se! Não será o fim, não dessa forma. Como me disseram, para tudo está a panóplia, e a panóplia é tudo.
Ser feliz, não deprimir. Ser livre, não é bem fugir.
É uma opção, a melhor opção!

Escolhamos bem.
Quero que seja sempre assim, sim. Encontrei um dos meus rumos, e desejo o mesmo a Ti.
Porque não há nada melhor, e isso eu bem o sei. Se houver, supostamente, ficaria na mesma assim. Porque estou muito bem assim, isso é certo. Obrigado por tudo.

MAPED, sempre!

13 novembro, 2010

Prometi. Cumpri.

Nasceu depois de mim, mas acabamos por nos encontrar. Ainda bem! Numa fase nova da minha vida, que começou há pouco mais de um mês, mais precisamente a partir do dia 30 de Setembro, foi das primeiras pessoas que se dirigiu logo a mim. Destino? Coincidência? Ou apenas uma mera acção de alguém superior, de um espírito? Não sei, mas provavelmente nem querei saber. O que importa, é Isto.
O que mais gosto, é que se ria tanto como eu, e eu não paro (nos dias em que estou normal, em que está tudo bem). Por vezes, rimo-nos quando não devemos, mas não se pode fazer nada, e ainda bem. Ri-te! Mas, afinal, quem somos nós? Eu, claro, sou um. E o resto?
Talvez seja o Diabo. Posso ter-lhe vendido a alma, e o juízo, e por isso é que sou assim (não entro por detalhes, quem sabe, sabe). Ou então, nem eu sei quem é. Será isso possível? Pois, talvez seja, mas não me parece. Não me parece, nem eu quero. E não é mesmo!
Basta uma fracção de segundos, para os parêntesis da nossa face se virarem, adquirirem formas que não queremos, que não desejamos. Em nós, isso não costuma acontecer. Continuam os dois símbolos iguais, da mesma forma, com as pontas para cima. Graças a Nós! Quem se importa com isso? Nós! E o resto? Depende: se for positivo, óptimo. O contrário, já não interessa.
Pois é, poderia relatar tanta coisa, tanta. Mas, para quê falar, se se pode viver? Vamos pegar no primeiro tecido amarelo que tivermos, agarrar na máquina fotográfica, pentear o cabelo, e sair de casa, sem esquecer o demais essencial! Vamos erguer os símbolos superiores deitados, mantê-los curvados, ao máximo! Para cima, sempre para cima!
É assim que somos, e seremos. Não mudemos, estamos óptimos.
Almas gémeas são assim, certo? Então oupa! Vamo-nos rebelar contra outros, e sorrir!

P. S. Inês Baptista, aqui está.
Como eu disse...

Prometi. Cumpri.

30 outubro, 2010

Firework:

Acabei de ver este vídeo, e achei simplesmente fantástico! Não só apenas pelo vídeo, pelas cores, ou apenas pelo ritmo. Mas sim, por tudo. E o mais importante, é o que a letra significa na verdade, o seu valor.
 
KP, força!

28 outubro, 2010

"É um máximo!"

Não é apenas um slogan. Não é apenas uma marca. Não é apenas algo banal. Não é apenas isto.
Para mim, vale muito mais. Para mim é mais que um slogan, que uma marca, que algo banal, mais que isto e aquilo. Para mim representa algo grande, importante, e tudo o mais.
Bastaram umas horas de conversa, para que nos associássemos a esta frase. Não porque queremos fazer publicidade, mas porque nos queremos representar por uma imagem que nos segue, ou que segue alguém de nós.
Porque é nas coisas mais simples que está o mais valioso, aquilo que realmente nos importa, e comigo já aconteceu. Não pretendo deixar de me associar à marca, a nossa marca!
Nasceu, desenvolveu-se, e resistiu. E viverá connosco, ao nosso lado, mutuamente, enquanto nós também vivermos.
Até poderia bastar-nos a utilização da expressão, ou de outra, mas não. Queremos mais, e mais. E ambos sabemos que cada vez mais teremos mais associados, a marca desenvolver-se-á, a nossa, e será o sucesso do mercado. Porque todos queremos, e somos óptimos neste mercado.

GENIAL!

(Está pequeno, em relação ao que realmente seria devido eu dizer, mas o valor e intenção está toda aqui).
P. S. É para vocês, as pessoas todas, mesmo não estando na fotografia, vocês sabem, e identificam-se.

23 outubro, 2010

Belle Époque

Movimentos que se tentam delimitar, são das coisas mais comuns. Delimitar algo, é ainda mais.
Tende-se a definir algo, com tanta certeza, que nos esquece-mos da sua real intenção, e qual o verdadeiro motivo, a que se deve na verdade.
Um estado espiritual é, realmente, esta época.
Sem limites, livre. Feliz, porém, se fosse algo palpável, como nós, seres vivos.
Porque se insiste em fazer isto, vezes e vezes sem conta? Será que ainda ninguém aprendeu o quanto errado é fazê-lo? Parece que não.
Apesar de tantas mudanças, técnicas, gostos, estilos e modos de ver, nenhum avança será capaz de fazer o primeiro verbo deixar estas áreas.
Lógico seria eu poder ser capaz de lhe acrescentar um sufixo, e fazer com que tudo não fosse assim. Seria eu, ou tu. Quem quisesse.
Lógico, seria todos aprenderem a aprender, que constituir limites não deveria ser o mais correcto, mas mesmo assim continuam a ser feitos. Porquê? Porque é que ninguém invalida tais acções? Será assim tão difícil? Deve ser. Mas que raio de argumento, tão inválido, ele.
Fotografias da autoria do Filipe.
Pois, mas para tal argumento, são precisas duas partes: as premissas, e a conclusão. E, meus caros, esse pode não ser válido, o que me dará razão, tal como se espera que seja.
Sim, é isto. Que venha outra época assim, para quem ainda não lá chegou. Eu estou lá, e não quero acabar.
E Paris, que venha ela, quero evoluir a minha existência.
(Luz, ali!).

P.S. Obrigado ao Zé Pedro e à Inês.