23 agosto, 2010

Anticonstitucionalissimamente

Que complicado é expressar tal título. Parece que é. Parece. E  se fosse a palavra pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico? Seria melhor o suicídio. Para alguns.
Complicações, e mais complicações. Onde não as há? É complicado dizer.
Aliás, é impossível. Quando se diz que nada é impossível, é impossível isso ser verdade.
Era óptimo que não o fosse, mas onde quer que estejamos, há sempre uma palavra como obstáculo. uma palavra com mais de 50 letras. Ou mais.
Era óptimo, era óptimo.
Mas melhor, era poder tirar-lhe algumas letras, muitas, quase todas.
Porque não se poderia simplificar?
É tão complicado assim? É tão complicado não querer ser complicado?
Parece que sim.
A complicação é complicada. Mas ainda mais complicado, é não querer complicado. Mas impossível, seria não ser uma complicação.
Ai, Não Tenho Isto Como Opção, Nem Sou Titular Incapaz. Tento Ultrapassar Com Isto Ou Nada, Aliás, Libertar Isto Sem Suar Instintivamente Mesmo Audazmente, Mata. E Não tentarei. Esqueço.

Por muito que nada faça sentido, por muito que o sentido seja complicado. Por muito que o complicado faça sentido. Lá estará.
Esquecer pode ser muito complicado, mas isto não é impossível.
Ser contra faz parte. A favor também.
Ter opinião, é ser.
Eu sou, e vou esquecer.

PUM!

18 agosto, 2010

Agora, é tudo uma questão de ovos.

Porque é que o ser feminino do galo, com órgãos sexuais diferentes, para quem não sabe, aqueles seres de onde saem os filhos dos galos, por obra do espírito galináceo, sim, porque as femininas são puras e virgens, e que poderá ser chamado de "esposa" do galo, se chama galinha, e não gala?
Era tudo muito mais simples, chamar pelas galas, era mais curto, rápido, eficaz e lógico.
Tal como em certos objectos, nomes, ou o que quer que seja, em que se troca apenas a última letra, ou algo assim parecido, facilitando as coisas, é tudo bastante melhor.
Este mundo seria uma maravilha, seria a simplicidade em mundo. Mas não, há quem goste de complicar.
Enfim, isto foi feito assim. Mas, pode ser que ainda venham a mudar isto, quando eu comandar este mundo, e o outro, e talvez a vizinhança toda. Seria bem possível, e que não ficasse por imaginar.
Tal como mundo, deveria haver a munda. Mas como não faria sentido algum, há a mundana. É a vida pura, inocente. Não! Isso não existe, ups.
E relativamente ao ovo, o que seria a ova? Não sei, nem faço ideia para que servia. Mas há a oval. A forma do ovo. Tudo se completa, tudo se relaciona. É tudo dependente: o mundo é mundo, com a vida mundana. E o ovo é ovo, por ser oval. Se assim não fosse, não seriam as coisas que são.
E quem nasceu primeiro? O ovo, ou a galinha?
Eu digo que não foi nenhum dos dois: foi o espírito galináceo!

Esse galo-todo-poderoso, criou o galo e a gala à sua imagem, mas não semelhança (senão, não poderia trabalhar, a andar a distribuir os ovos, com os pintos, pelas galinhas todas, e então viveria num tédio, a eternidade toda, se é que esse espírito também tem direito a isso, tal como o outro, o primeiro), e então nasceu o primeiro casal galão.
Galão, não de beber, galão, não de outra coisa qualquer. Seria só para dar superioridade aos primeiros, que depois também devem ter tido um paraíso, e uma minhoca que enganou a gala. Pois, então a gala foi enganada pela minhoca, e foi castigada: deixou de ser gala, e passou a galinha.
Realmente, o espírito galináceo castigou ao extremo este casal monte de penas.
É uma algazarra.

Porque eu destes castigos também adorava ter, mas não nasci num desses ovos do espírito superior, aquele espírito fóssil.
Porque tudo é uma questão de sorte, e de ovos, já agora.

PIU-PIU!

16 agosto, 2010

Tudo, menos isso!

Não é água.
Talvez nem seja um refrigerante.
Nem outro líquido qualquer.
Afinal, o que é?
Nem eu sei.
Porquê?
Não se vê?
Eu não.
Se alguém vê?
Não sei.
Sei alguma coisa sobre isso?
Talvez.
Mesmo?
Não sei.
Então?
Não sei.
Até não sei se sei.

O que sinto, estranho, não é meu.
Talvez isto não seja eu, em mim.
Talvez esteja possuído.
Talvez não esteja.
Talvez seja apenas um talvez.
Talvez seja mesmo isso.
Talvez.
Talvez.
Talvez.

Porque tem de ser assim?
Faltas-me.
Liga-me.
Fala-me.
Vem. Anda. Sente-me!
Olha-me.

O que sinto, ai, o que sinto.
O que sinto, eu não sinto.
O que não sinto, quero sentir.
O que quero sentir, não sinto.
Não sinto, não.
Mas, afinal sinto!
Mas, o que é que realmente sinto?
Já disse que não sei!
Os "talvez", já os disse.
Até poderia usar mais, mas não quero.
Talvez pudesse, talvez não.
Talvez quisesse, talvez não.

Que ódio, que falta de tudo, e de nada.
Isto, isto não é água, não.
Antes fosse.
Antes fosse, mas não.

Isto é fastio, não que se beba.
Se fosse de beber, bem morríamos desidratados.
Não porque houvesse falta, mas porque queríamos.
Eu iria querer, não gosto de fastio.

Que tédio.

Não aguento muito mais.
Não desta maneira, esta que odeio.
Mas se for outra, talvez.
Talvez aguente.
Ou talvez não.
Não sei.
Não sei se sei.
Não sei se não sei.
Não sei.
Simplesmente.
Simplesmente isso.

Que aborrecido.
É isto, sim.
Mas escrever, não, isto não.
Isto não, não é água.
Mas desta eu beberia.
Beberia sempre.
Com ou sem sede.
Não desidrataria.
Viveria.
Muito e muito!
Saudável.
Sem morrer de sede!
Continuaria assim, mas terei de parar de beber.
Não que não goste, mas porque terei de o fazer.
Viver assim, não.
Mas tem de ser.

Porque eu poderia escolher tudo.
Tudo, menos isso!

(Converte o tédio em alegria.
Em algo bom.
Em vida.
Em água!).

15 agosto, 2010

É tudo uma questão de cor, e de shoes.

"Rita SapatosVermelhos", seria assim, ou parecido, na nossa língua, a linguagem oficial.
O seu nome não-artístico, Rita Pereira, nunca mais esquecerei, pois na primeira vez que o ouvi, lembrei-me apenas de outra pessoa, com o mesmo nome, que eu adoro, outra pessoa fantástica, mas que infelizmente se fica à distância de meios não tácteis, que injusto, é cruel.

Ela, a Redshoes, veio à minha terra, no dia 14 (dia em que a Melhor Amiga fez anos, 18. Parabéns a ela, outra vez. E o melhor, é que fui o primeiro a dar-lhe os parabéns, duas beijocas e um enorme abraço. Ela merece!), ao Parque Urbano da Rabada.
Outros grupos vieram, mas eu esperei, esperei para te ouvir, e ir para lá te ver, só a ti. Até lá, sentei-me, ansioso, e olhando sempre para as horas, que chegasse, finalmente, o esperado.
Eram não sei bem que horas, mas eu tinha saído da zona. Fui passear por lá, por aí. Ouvi-te. Corri, para te ouvir, corri, para te ver, corri, era a Rita Redshoes!

Porque fiquei a saber que ela gosta das que são "bad", tal como "as da frente", e isso é de admirar, que alguém o admita. Porque neste planeta, quem o é, ou gosta de quem o é, não deveria estar cá, mas noutra dimensão: pelo menos, há quem pense assim, com o cérebro em fóssil. E etc., etc., etc.

Porque ouvi-la, entre outros verbos, foi óptimo, posso dizer que valeu e pena, para mim, sim.

Se ela poderia não ser Rita Redshoes, poderia. Mas isso, já teria uma cor diferente!

14 agosto, 2010

Memórias II

É sobre o nosso dia, de dia doze, mas só escrevo hoje. É assim, mas aqui fica. É o que iria dizer, e que direi. É TUDO!

Mais um dia da semana, em que acordei tão cedo, mas com um importante motivo. Era o que mais queria, poder fazer o que fiz, aproveitar enquanto podia, o mais que podia, de todas as formas que podia, com quem podia.
Lá entramos, a correr, e, por pouco, ficávamos em terra, à espera do próximo comboio, que seria a uma hora qualquer, não faço ideia, mas também já não preciso de saber. (Quando quiser, vou aos horários, quando for necessário). Destino, aquela cidade! Chegamos, e tivemos direito a uma idosa e um idoso, que me tentaram enervaram logo de manhã (opá, eu estava super bem-disposto, porque é que tinha de levar com aquela estupidez, daquela gente, àquela hora?), mas logo passou, sim, porque eu sou forte, ou tento.
Mas porque temos de fazer as coisas más acabarem, fomos à praia, daquela outra cidade, onde nos fomos refrescar, quase impreterivelmente, em roupa interior, onde mais valia termos ido como estávamos antes, já que saímos de lá ainda mais molhados, durante a tentativa de vestirmos o que despimos. (São estas pequenas coisas que fazem a importância de um momento. Eu sorri, tu sorriste, elas riram connosco. Estávamos livres, despreocupados. E porque uns momentos assim, fazem a maior falta, eu os repetirei).
Até falaria bem mais dos outros destinos, mas nunca acabaria (não que me faltem palavras, mas sim porque apenas quero exprimir o mais importante, o que mais senti, que mais vivi, que mais TUDO! (para evitar maçar). Pois naquela outra, outra, cidade, foi fresco, e naquela outra, outra, outra, cidade, uma brasa. Tudo à sua própria maneira foi importante, tudo valeu a ida, tudo valeu o esforço, a viagem, o tempo que passamos, TUDO!
Onde tudo começa, tudo acaba. Pronto, nem tudo, mas quase. Para nós foi, e vimos o fim. Foi lindo, pensar que ali acabava, mas do outro lado começava. Aqui morria, ali nascia. Será que também seremos assim? Será que quando morrermos, iremos nascer naquele continente do outro lado, ou no continente que fica por baixo de nós, ou sabe-se lá onde? Eu bem queria, oremos, ou façamos de conta. Porque um sonho, uma imaginação, um sopro, uma vontade, é o suficiente para nos mover, nem que seja daqui ali, para tropeçarmos, e aprendermos, mas que acabará por nos evoluir, por nos crescer, desenvolver, ser e não parecer.
Para o ano voltarei, porque ainda terei idade para ir, e irei aproveitar, para abusar, um pouco mais. Porque somos assim uma única vez, nunca mais. Porque um segundo apenas será esse mesmo segundo uma única vez. Não haverá nenhum igual, nenhum da mesma forma, cor, textura, cheiro, sentimento, nada de TUDO!
O fim é o início. O início é o fim. TUDO é TUDO!

Foi um dia fantástico, mesmo à jovem, sim, porque correr foi coisa que não faltou, e isso nem todos os idosos conseguem. Se eu consegui, e não só, aí têm.
Porque correr para todos os comboios, quase a perdê-los, e sair do comboio, enquanto não arrancava, para ir ao bar, comprar bolos, foi importante. Lutemos por aquilo que queremos, arrisquemos. Porque a felicidade se deve buscar, e rebuscar, faz isso, aquilo, TUDO!

P. S. Porque “quem vai de comboio não perde uma maré”, e é bem verdade, pois nós levamos com várias. E antes de saírem do comboio, enquanto não arranca, levem o bilhete, para o caso de, nunca se sabe, pronto, ele decidir fugir sem vocês, daquela vez, para sempre.
Há momentos que não se pode ser dizer que há. Há momentos, sem segundas oportunidades, por muito que se diga o contrário. Enquanto há, gasta o “há”, porque se há, é para ti, e por ti deve ser: realmente, há! TUDO!

09 agosto, 2010

Sempre o MEU Sempre!

Há pessoas que nascem para se sentarem à beira de um rio,
Outras são atingidas por raios;
Alguns têm ouvidos para a música,
Outras são artistas;
Algumas nadam,
Outras percebem de botões;
Algumas conhecem Shakespeare,
Algumas são mães,
E outras... dançam.

Eu sou eu,
E não gostava de ser mais ninguém;
Há pessoas na minha vida,
Que não trocava por mais ninguém;
Com eles sou alguém,
Sem eles não sou ninguém;
Refiro-me a um vasto conjunto,
Mas ainda não mencionei ninguém,
Que a seguir já vem.

Pensando bem,
Até que não falo em ninguém;
Quem eu amo, sabe,
Pois em cá dentro me cabe;
Mas coisa certa é certamente,
Que mais virão, felizmente;
Sem mencionar, não posso ficar,
Ela, ele, elas, eles, e mais, secalhar,
Que sempre irei vos AMAR!


Porque nunca me esqueço do quanto significam para mim, e não interessa como são, por fora, por dentro, ou dos dois lados; o importante, é que continuem assim, sem tirar nem pôr, porque ser único, à própria maneira, é o que mais destaco e de que me orgulho em vocês.
Porque isto, porque aquilo, e porque serão SEMPRE O MEU SEMPRE.
Porque estarão sempre comigo, e,
Porque, é porque,
Porque sim.

E porquê?

Porque sim!

07 agosto, 2010

Im-agi-n-ação

Eu quero falar, falar bem alto, GRITAR! Falta qualquer coisa, não sei bem. Não sai, não é o normal, mas talvez me queira mostrar algo, algo que me espera. O futuro, é o que me espera, sem dúvida: será ele mau, ou será que não? Sinceramente, tenho medo. Medo de que seja tudo como eu nunca imaginei para mim, para quem eu imaginei, e para aqueles que ainda não imaginaram, por enquanto. Todos temos o direito e o dever de imaginar, de sonhar, de preferir o melhor para a nossa vida, para a nossa existência.
Podemos imaginar, podemos desejar, ou podemos apenas divagar. Mas, para isso, é necessário agir, é necessário mudar algo, nós próprios, o Mundo!
Não adianta dizer que se quer algo, que era melhor que algo fosse de certa maneira, se não fazemos nada para o alterar. É urgente que se pense, não apenas como gostaríamos de algo, mas sim como o podemos realizar!
Eu imagino como será viver no futuro, sem fazermos nada que se adapte a nós e, sinceramente, não me parece que combine.
Vamos lutar todos, sermos todos um só, unirmos, deixarmos de parte aquilo que não interessa, as coisas fúteis, as birras, e tudo o resto, aquilo que nos massacra, que nos dói, que nos mata interiormente! Hoje parei para pensar nisto, espero que outros o façam, também.
Mudemos algo, não só pela nossa existência, mas pela existência de todos os seres, e daqueles que ainda são apenas planos de futuro!
Agirmos deste modo, não nos arrependermos de o fazermos, possivelmente, é o que falta! É tão bom, e fica bem, quando alguém deseja “a paz mundial”, mas é ainda mais fácil e lógico perceber que é impossível, se continuarmos assim, TODOS! Há sempre alguém que está lá para nos magoar, para nos impedir, para nos entristecer, para nos usar da pior forma, e até para nos matar!
Eu escrevi este texto, e caí na imaginação de que seria possível que tudo fosse como queremos, que ainda há esperança de que isto mude, de que sejamos realmente felizes. Por vezes, sinto-me fraco, impotente, incapaz de viver verdadeiramente, como vivo: também preciso de ti, que faças algo que mude “isto”. Eu tentei, agora não vou alterar algo que só tu podes alterar.
Por mais que tente, que me faças sofrer, que me afectes, que sinta que fazes a maior falta de toda, não consigo parar de pensar, que imaginar e sonhar como seria, se fosse tudo diferente. Já deves saber que por minha parte, eu quero "como depois" e não "como agora". Será difícil, mas há certas coisas que não mudam. Talvez sejas uma dessas coisas, lamento.
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Porque pior que não fazer nada, é nem sequer tentar! Vivamos na esperança de que algo irá realmente mudar, não nos suicidemos desta forma, não matemos a nossa imaginação: vamos continuar a agir e, quem sabe, talvez hajam realmente milagres.

PEACE.

06 agosto, 2010

Profecias (para além) do fim do mundo!

Muito se fala sobre o dia em que iremos morrer todos: a matança em massa. Pensa-se que o povo Maia estará certo quanto a isso, e até há quem sonhe com esse dia.
Para quem tinha esperanças nesse dia, então ou que as perca, ou então não sei, mas uma coisa é certa: NÃO VAMOS MORRER nesse dia, não todos.
Pelo menos, é o que certas personalidades, bastante experientes, por sinal, dizem e defendem, com tais palavras que me proferiram, mas que não penso dizer, não aqui.
Convém anunciar este tipo de notícias, de acontecimentos, ou o que quer que seja: desde que sejam negativos, é o que importa. O que é mau vende, o que é mau agrada, o que é mau, é BOM!
Eu ganho com isso, o vizinho também ganha com isso, e até mais alguém ganha com isso. Se tal notícia será mesmo verdade ou não, não faço ideia, mas após a minha última chamada, definitivamente, já não tenho dúvidas que é falso.
Há esperança, outras profecias contrárias, uma voz da razão! Preparem-se, porque vamos é morrer em 2013! (Agora eu poderia usar o 13, número de azar, ou não, como forma de criar um mito, de que teria lógica morrermos todos nesse ano, mas não o vou fazer, senão haverá alguém suficientemente parvo para fazer um post, no seu blog, a contrariar o que eu acabaria de dizer, tal como eu acabo de fazer)
De qualquer forma, aproveitemos, que eu deixo. ÓPAI, ÁMÃE.!

P.S. Vamos é fazer filhos até vinte e um de dezembro de dois mil e doze, porque para o caso de morrermos todos nesse dia, sempre deixaremos descendência (e nesse mesmo dia, façam o que mais gostam, o dia todo. Por minha parte, eu já sei, mas não digo aqui, nem pensar). Se ela me disse, eu acredito, porque até eu não quero ir já para o Inferno, porque me vou sentindo bem no Inferno terrestre, onde não faltam cá demónios e filhos do Diabo, para não usar outro sinónimo. (Oh God, make me good, but not yet).

(Porque amo a melhor amiga, e basta!).

04 agosto, 2010

Porque rir faz bem (e rugas também).

Lá comecei eu mais um dia, com sono, credo, mas isso é outro assunto de que não irei falar aqui. Começo por fazer o que sempre faço todos os dias ao acordar (inclui abrir os olhos, banho, pequeno-almoço, vestir-me, etc: serviço mais que completo). Por essa altura, já dou por mim a rir, não sei de quê, mas que estou a rir, lá isso estou.
Continuando o dia, passo mais de metade do tempo às gargalhadas, pelo que me dizem que "muito riso, pouco juízo", mas eu rio ainda mais. É fantástico estar minutos, horas, dias, ou até mais tempo, sempre às gargalhadas. Eu sou assim mesmo, e não me conheceria de outra forma. Sou eu mesmo, livre, natural, bem comigo próprio e com todos os que me rodeiam. Ser eu, ser alguém natural, é já um orgulho, ou pelo menos deveria ser.
Se não estou assim, não estou sendo eu, como gostaria de estar, ou deveria. Nem sempre posso fazê-lo, mas tento sempre.
Há, definitivamente, algo que nunca deixaria: de sorrir, de rir, de dar gargalhadas! Tenho um riso próprio, contagiante, mas é apenas meu!
No fim de tudo, darei por mim a rir, a morrer, e cheio de rugas. Se me preocupo com isso? Não! Até porque já me estou a rir (e enquanto escrevia este post, também).
Faz como eu, e ri imenso! Porque mesmo que fiques com rugas, pensa: se não for por te rires, será de outra forma! E há sempre forma de as disfarçar (e viva os avanços científicos, que eu não espero usar, pelo menos para isso).

E que venham elas, as rugas, que não me assustam: eu rio-me na face delas!

Memórias I

Sabe-DOR-ia:

"Sei que sei, sabes que sabes, sabemos que sabemos". É fácil dizer que sim, saber que sei, saberes que sabes, sabermos que sabemos.
Parei. Será que realmente sei, que sabes, que sabemos? Eu realmente não, por vezes, realmente não. Avanço até onde consigo, até onde posso, e até onde me deixam; depois, o inesperado acontece, e assumo-me como uma ignorância, mas ainda pior: será que isto deveria acontecer, porque é que isto acontece, e porquê a mim? Poderia evitá-lo? Como? Como? Como!?
É óbvio que não terei respostas, só posso esperar, sofrer, espernear, gritar, MORRER! E o que sou, quem sou eu?
Acaba a dor, a alegria, tudo! Agora, só me falta alcançar de novo a glória, ansiar o regresso do passado, aquele que já não terei, e preparar-me para a possível decadência.

(Digo que sei que preciso de ti, mas será que também sei isso? Eu penso que sim!).



Sardinhas Angelicais (há quem afirme que sim):

Estava nublado, só se via a igreja dos marinheiros. Estava sol,via-se então o mar. Estava eu, estava ela, estava ele, estava o restante.
Honrando os marinheiros, acaba-se o antigo pão e dá-se-lhes sardinhas e vinho. O padre dá, o povo recebe. Nós filmamos, nós nos rimos.
Afinal, é mesmo verdade? Eu não digo, mas há quem afirme que sim. Se viu? Não sei, mas há quem afirme que sim. Se é igreja dos marinheiros? Eu digo que não, mas há quem afirme que sim.

P. S. Por todos os momentos que passamos, muito obrigado! Nunca serão esquecidos, e nisso eu afirmo que sim!

03 agosto, 2010

Já nasceu!

Há dois dias surgi, ontem cresci, e hoje parei para pensar. Então, veio-me a ideia de que talvez devesse encontrar uma forma de me exprimir, para além das formas habituais, que já uso, porque quero sempre mais, e mais, e mais (e nunca chega por mais que seja mais).
Ideias, já tive muitas, e expressar-me é o que mais quero.

P.S. Pronto, aqui fica o início, porque eu quero é crescer, e não quero acabar com tudo já, por enquanto.